terceira diaspora

culturas negras no mundo atlântico



sound system em salvador; luta de arena em dakar; performances no harlem, ny; carnaval em londres; cafés literários na martinica; emancipation celebration em trinidad; salões de beleza afro em paris; artes visuais em luanda; festival de vodum em uidá. a terceira diáspora é o deslocamento virtual de signos - discos, filmes, cabelos, slogans, gestos, modas, bandeiras, ritmos, ícones - provocado pelo circuito de comunicação da diáspora negra. potencializado pela globalização eletrônica e pela web, coloca em conexão digital os repertórios culturais de cidades atlânticas. uma primeira diáspora acontece com os deslocamentos do tráfico de africanos; uma segunda diáspora se dá pela via dos deslocamentos voluntários, com a migração e o vai-e-vem em massa de povos negros. diásporas_estéticas em movimento.
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antropóloga, viajante e fotógrafa amadora, registro cenas do cotidiano em cidades negras das américas do norte e do sul, caribe, europa, áfrica e brasil, sobre as quais pesquiso, escrevo e realizo mostras audiovisuais. meu porto principal é salvador da bahia onde moro. Goli edits the blog www.terceiradiaspora.blogspot.com from Bahia Salvador, is a traveller and amateur photographer who recorded scenes of daily life in the atlantic cities about which she writes and directs audiovisual shows. She has a post-doctorate in urban anthropology and is the author of the book "The Plot of the Drums - african-pop music from Salvador" and "Third Diaspora - black cultures in the atlantic world".

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

estúdio áfrica | coleção salvador | álbum 2





Neste álbum: Eder Muniz; Nara Couto; Samara Martins

Inspirado na história e nas práticas da fotografia africana, o Estúdio África promoveu uma série de ações voltadas para uma experiência estética original em Salvador, simulando um estúdio ao ar livre. Na manhã do dia 08/10/17, domingo, dia de feira em Castelo Branco, os moradores e frequentadores do bairro foram convidados a se deixar fotografar, diante de fundos decorativos inspirados por iconografia africana e amparados na pesquisa em antropologia estética de Goli Guerreiro. Os três fundos decorativos criados para a experiência foram produzidos pelo artista visual Eder Muniz (aka Calangos). Os retratos da Coleção Salvador | Castelo Branco foram feitos pela experiente fotógrafa Arlete Soares, fundadora da Editora Corrupio, cujo catálogo é dedicado ao mundo negro. A ação contou com a performance da ideia jockey Ana Dumas que veiculou pílulas de conhecimento sobre a história cultural da África; convocou os transeuntes a posar diante dos fundos e a fazer parte da Coleção. As ações do Estúdio África culminaram em uma mostra, com curadoria de Goli Guerreiro, que apresentou uma projeção de fotografias africanas, dos retratos da Coleção Castelo Branco, e o minidocumentário de Diogo Nonato, que registrou o processo da criação dos fundos decorativos e o registro de fotos. Confira o doc: https://www.youtube.com/watch?v=vSLjYh7zRZI&feature=share


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estúdio áfrica | coleção salvador | álbum 1




Neste álbum: Mateus Jr; Edson Conceição; Ana Dumas

Inspirado na história e nas práticas da fotografia africana, o Estúdio África promoveu uma série de ações voltadas para uma experiência estética original em Salvador, simulando um estúdio ao ar livre. Na manhã do dia 08/10/17, domingo, dia de feira em Castelo Branco, os moradores e frequentadores do bairro foram convidados a se deixar fotografar, diante de fundos decorativos inspirados por iconografia africana e amparados na pesquisa em antropologia estética de Goli Guerreiro. Os três fundos decorativos criados para a experiência foram produzidos pelo artista visual Eder Muniz (aka Calangos).Os retratos da Coleção Salvador | Castelo Branco foram feitos pela experiente fotógrafa Arlete Soares, fundadora da Editora Corrupio, cujo catálogo é dedicado ao mundo negro. A ação contou com a performance da ideia jockey Ana Dumas que veiculou pílulas de conhecimento sobre a história cultural da África; convocou os transeuntes a posar diante dos fundos e a fazer parte da Coleção. As ações do Estúdio África culminaram em uma mostra, com curadoria de Goli Guerreiro, que apresentou uma projeção de fotografias africanas, dos retratos da Coleção Castelo Branco, e o minidocumentário de Diogo Nonato, que registrou o processo da criação dos fundos decorativos e o registro de fotos. Confira o doc: https://www.youtube.com/watch?v=vSLjYh7zRZI&feature=share


domingo, 17 de setembro de 2017

hiper moda



Ensaio fotográfico com fundos decorativos da grife ganesa Yevu.

sábado, 9 de setembro de 2017

nigerian hairstyles




Penteados nigerianos fotografados por J. D. ´Okhai Ojeikere entre 1968 e 1999. Cada penteado tem um nome, uma história e um significado. Esta série Hairstyle guarda um patrimônio estético. 

sexta-feira, 21 de abril de 2017

visualidades texteis



recorte de capulana moçambicana com representação de mulheres de etnias locais

quinta-feira, 6 de abril de 2017

de quadrinho a cinema




Criada por Marguerite Abouet e Clément Oubrerie, a história em quadrinhos Aya de Yopougon, sobre uma bela moça de um bairro popular de Abdjan, capital da Costa do Marfim, saltou da revista para as telas de cinema.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

retrato deslocado



--> Khadija Sidibé, diretora presidente do Cinema Digital Móvel do Mali criou fundos decorativos ambulantes. "Nós nos movemos em bairros de Bamako com estúdio digital móvel. Nós nos instalamos em uma área de 4 a 5 dias e as pessoas vêm para ser fotografadas. À noite, nós projetamos o slideshow das fotos que tiramos. Nosso principal objetivo é a distribuição de cinema Africano em áreas rurais. São retratos pouco frequentes, neles as pessoas estão viajando pela Ásia, América, França, e até mesmo em outros países africanos sem o seu movimento físico, só com os fundos móveis. Daí o nome retrato deslocado para estas imagens", conta a criadora.

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fontes

  • múltiplas

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